“Foi surreal: Trump fez um relatório de guerra com Messi ao seu lado”

“foi-surreal:-trump-fez-um-relatorio-de-guerra-com-messi-ao-seu-lado”

Ontem à noite houve uma reunião de mídia entre Leão Messi e Donald Trump no Casa Branca em que o presidente dos Estados Unidos felicitou o Inter Miami para o título do MLS conquistado no ano passado e o craque argentino, por sua vez, deu-lhe um presente do clube. Mas num evento especificamente esportivo, Trump também teve tempo para arengas políticas e ali mesmo, rodeado por todo o staff e comissão técnica da seleção da Flórida, anunciou o fim do regime cubano.

Alguém que viveu isso na primeira fila foi o correspondente da Casa Branca da ABC, Cope e Telemadrid, David Alandente, que descreveu a reunião como “surreal”. “Messi e Trump entraram juntos na sala e Messi ficou à direita do presidente. Juanma, foi totalmente surreal”, disse Alandete a Juanma Castaño durante seu programa de ontem, ‘Tiempo de Juego’, na rede Cope.

O correspondente explicou: “Trump começou a anunciar a destruição do arsenal militar e balístico iraniano. Os aiatolás que ainda estão vivos pediram-lhe mediação e ele fez um relatório de guerra com Messi assistindo ao seu lado”. “Com Messi ao seu lado, Trump anunciou a queda iminente da ditadura cubana.”